terça-feira, outubro 17, 2006

Retro’s 80

Sábado regressei ao passado.
Á medida que nos aproximávamos da porta do Ateneu (e a fila era imensa!) fui vendo uma série de caras conhecidas, da faculdade, dos tempos da secundária, amigos de amigos. Pessoas que já não via há muito tempo e que tal como eu resolveram espreitar a festinha. Confesso que não sou grande adepta de revivalismos, nem de festas anos 80, normalmente aborrecem-me, fui para ter uma noite diferente. E ainda bem. Foi a melhor festa a que fui nos últimos tempos.
Technotronic "Pump up the Jam" (lool), The Cure, Pixies, Bananarama, U2... Deu tudo!!! Muito do som que lá passou nem gosto muito ou mesmo nada (loool)! Mas ver aquela gente toda a cantar em coro as músicas velhinhaaas que iam passando foi lindo! Uma sensação de grupo e de todo muito fixe. A prova que a malta de 30 anos ainda tem muito para curtir e andamento não nos falta eheheh! Até as tantas foi sempre a bombar! Numa altura em que o nosso (querido) Bairro Alto é invadido por milhões de putos que só agoram o começam a descobrir, é muito bom saber que os trintões estão aí para as curvas. Com a imperial a 0,80€ a festa estava bem regada e foi mesmo uma noite muito louca!
Fartei-me de mandar mensagens a amigos e tive muita pena de alguns não poderem estar presentes porque tenho a certeza que se iam divertir tanto como eu (e tinha sido ainda mais giro com eles :) ).
Nós (a malta aqui do blog) devíamos organizar uma festa destas. Feita por nós e com o nosso gosto musical iria ser de arromba.
Podiamos pensar nisso...

segunda-feira, outubro 09, 2006

New York, New York

Creio que a paixão da maioria das criadoras deste espaço pela Big Apple não é mistério para ninguém. Apesar desta ter surgido após o nascimento do blog, a coincidência de a série que o motivou ter como base uma cidade que tanto nos viria a impressionar e marcar também não deixa de ser engraçada. Mas, agora que está quase passado um ano desde a nossa mágica viagem a Nova Iorque (como é possivel), queria publicamente reiterar o que disse então. Já pensei e decidi, e Nova Iorque é a cidade da minha vida. Não sei explicar bem porquê; se tem a ver com as imagens que povoaram o meu imaginário enquanto crescia. Ou o poster de manhattan que acidentalmente foi parar ao meu quarto quando tinha 10 anos, para tapar um buraco na parede; os verões cheios de calor e invernos cheios de neve, tal como eu gosto, os diners, as ruas, os monumentos, o rio, as lojas, as pessoas, a sensação de que se pode andar ali sempre perdido e nunca estar verdadeiramente perdido, sozinho e nunca se estar verdadeiramente só. Só sei que sinto e meti na cabeça que lá a rotina não seria a rotina como daqui, pelo menos nos primeiros tempos, pois haveria sempre algo para fazer, uma estação para viver, passear, coisas para conhecer e explorar. E sei que hei-de morar la nem que seja um ano, nem que seja a vender produtos ou a servir copos.
Por isso, caros bloguistas: se alguem souber de um emprego em nova iorque... mi liga, vai? ;)
Por favor....

Blogs convertidos em livro tornam-se um sucesso

"Muitos autores de blogs têm visto os seus textos online passar para o papel e tornarem-se um êxito de vendas. As editoras apostam cada vez mais nestes novos escritores.
A editora norte-americana Pinguin editou recentemente o blog «La Petite Anglaise» que conduziu a sua autora, Catherine Sanderson, ao desemprego, por que a empresa a despediu devido ao seu espaço na Internet.
O valor de edição do livro está avaliada em 740.200 mil euros, um valor associado aos best sellers.
«Belle de Jour» e «Júlie e Júlia» são dois blogs que também já estão disponíveis em livro, e que consolidam a aposta das editoras nesta nova forma de escrita. " In DD

Bem que precisava do dinheiro, vamos publicar o nosso.

sexta-feira, setembro 29, 2006

Que tentação!!

Parece piada mas não é... pelo menos não fui eu que a inventei

Joseph Ratzinger e Maria Peitner, pais do Papa Bento XVI, conheceram-se através de um anúncio colocado num jornal católico, em 1920. Foi só à segunda tentativa que o polícia conseguiu captar a atenção da cozinheira com o texto - "modesto funcionário do Estado, solteiro, católico, de 43 anos, com direito a reforma, pretende celebrar casamento com uma rapariga católica, que saiba cozinhar e se possível costurar, com património"

Ui, que tentação!
ui, que convite tão pouco interesseiro!
gosto particularmente dos avisos "com direito a reforma" e "com património", sim que o senhor tendo o futuro garantido não queria sustentar uma cozinheira e costureira a vida inteira a troco de nada!!! católico? parece-me mais judeu...

quarta-feira, setembro 27, 2006

Olhai os lírios do campo

Desde o início que prometi a mesma que não iria usar este espaço de confissões para divagações de índole político-social... e já uma vez fui obrigada a quebrar a promessa. Agora, de novo, sou obrigada a voltar com a palavra atrás. É que este país é uma anedota nas suas incongruências. Ora imagine-se que em Elvas - cidade alentejana onde ainda há pouco tempo se fechou uma maternidade (a malta agora tem de ir ter os filhos a Espanha ou sei lá onde Judas perdeu as botas) e onde o hospital é um edíficio decadente, putrefacto e sombrio - inaugura por este dias um "Coliseu"!!!! Pelas imagens televisivas parece-me uma réplica mais modesta do Campo Pequeno, um espaço para tauradas, concertos e outros eventos lúdico-culturais. Desta prioridade de investimentos só posso concluir que os autarcas e empresários da região estão interessados em "ofuscar" os olhos do povinho com mega-empreendimentos, que dinamizam a região, proporcionam postos de trabalho, blá, blá, blá, enriquecem empreiteiros e responsáveis pelas licenças. Querem atirar a areia para os olhos do povinho, sublinho. A questão é... que povinho? É que em Elvas, senhores, já não se nasce... só se morre

(Quase) 31

É muito grave quando, a seguir à Radar, a segunda rádio que oiço mais já é o Rádio Clube Português?

E se eu dissesse que a maior parte das vezes estou a curtir bue, seria muito grave?

E se eu dissesse que já quase as oiço a mesma percentagem de tempo, aí sim estou em sarilhos não estou?

shit :(

terça-feira, setembro 26, 2006

Antes e Depois

Porque faz em Outubro 13-anos-13 que me mudei para a capital e para que os meus dear fellows lisboetas (re)aprendam a gostar da sua cidade, admirando-a com a mesma ternura emocionada com que uma mãe olha pela primeira vez para a sua cria, aqui fica um retrato em traços largos do Antes e do Depois deste chão que todos os dias pisamos, nem sempre atentos, nem sempre disponíveis:

Antes... não existia a Ponte Vasco da Gama, o centro comercial homónimo e todo o Parque Expo. Não existia o Colombo ou o Saldanha Residence e as Amoreiras é que eram in (ai, os hamburgueres!!!). Não havia o Hard Rock mas sim o Cinema Condes. E na loja do cidadão dos Restauradores funcionava então um hotel, depois transformado em Virgin Megastore. O estádio do Benfica e do Sporting tinham outra cara, mais gasta, em alguns casos menos histérica :) . As lojas Fnac e milhentas de lojas de roupa não existiam na Baixa para nossa perdição. Era impossível atravessar a ponte de comboio. O Rossio ainda estava em obras, mas o Marquês e o Terreiro do Paço ainda não. A estação de Stª Apolónia era bordeaux (sempre é mais chique que dizer cor de vinho). O Baptista Russo era uma rotunda, que depois virou cruzamento, que entretanto ganhou um túnel. Não existia o monumento ao 25 de abril de autoria de José de Guimarães, lá em baixo, junto à Matinha. E nem o Cutileiro havia chocado a cidade com uma visão artística considerada fálica (está no cimo do Parque Eduardo VII). Em Monsanto, "crianças" só mesmo uma outra menina infelizmente empurrada para a má vida. O ISCSP era num palácio a cair de podre mas cheio de personalidade. O CCB não existia e o LUX também não. O Campo Pequeno estava uma miséria e a rede do metro não chegava a tanta parte. O Tivoli e o São Luiz eram muito menos modernos. A estação rodoviária ficava na Casal Ribeiro, para depois se mudar para o Arco do Cego e finalmente para Sete Rios. No Bairro Alto as capelinhas eram outras (ah que sôdade do Gingão!).

Lembram-se de mais?

segunda-feira, setembro 25, 2006

Love... Actually

A vida tem coisas mesmo estranhas. No outro dia, surpreendi-me quando, em conversa com uma amiga, demorei aproximadamente, e pela primeira vez, 4 segundos a lembrar-me do nome do rapaz que foi a grande paixão da minha adolescência. Ora isto não teria mal nenhum, nem nada de anormal, se esta fosse uma paixão de adolescência qualquer, daquelas como tantas outras tivemos, do tipo «humm, as minhas amigas gostam todas de alguém e eu não, olha ja sei vou gostar bues deste», e no dia seguinte já estávmos a fazer juras de amor e a sofrer horrores e a escrever os nossos nomes nos caderninhos e fazer aqueles jogos de contar o número de letras para saber se erámos um casal. Não, esta paixão foi Aquela. A de escrever poemas e poemas, páginas e páginas de diário, ter o dia mais feliz da minha vida (nunca mais se vivem as coisas boas com a mesma intensidade) quando soube que era correspondida, ter o dia mais triste (felizmente, as más tb não) quando soube que isso não impedia que o liceu fosse acabar, nós nos fossemos separar para sempre (na altura não havia msgr) e, atrofiados como éramos, nos despedissemos sem um unico beijo e com um «então olha, ya, chau, curte, tem uma boa vida», amor de andar um ano a gostar e outro a recuperar, de comparar muitos dos homens que surgiram depois àquele. Mas o tempo passa e tudo muda, e no outro dia nem me lembrava do nome dele. E não faço ideia onde estará, embora Lisboa as vezes pareca tão pequena, são sempre as mesmas pessoas no Bairro Alto e no Colombo, e olha elas outra vez no IKEA, mas o mais provavel é que a ele nunca mais o venha a ver, o que é ok, não estou nem aí. Mas, antes que me esqueça do seu nome de vez: Paulo, exímio baterista (pelo menos aos 16 anos), onde quer que estejas...então olha, ya, chau, curte, e tem uma boa vida.....

quinta-feira, setembro 14, 2006

Para solteiras e casadas


É a invenção do ano... uma tábua de passar a ferro em forma de gajo!!
Não só é prática para passar calças e afins, como é o sonho de qualquer mulher, solteira ou casada... para muitas eis uma oportunidade única de ver um homem deitado, caladinho, macio, disposto a ser aquecido... um companheiro nas horas difíceis (só quem nunca passou a ferro não entende a importância deste factor)
Afinal, existe alguma utilidade no género masculino!!!
O modelo é britânico e parece que custa 95 euros... acredito que muito brevemente passe a existir numa loja perto de si

quarta-feira, setembro 06, 2006

Inspirações...














Muse será o meu próximo concerto... pelo menos na lista daqueles já com bilhetes garantidos. O nome da banda fez-me pensar em inspirações. A mim inspiram-me o meu nito, um final de tarde em frente ao mar, a primeira brisa de vento que cola quando chego a Cabo Verde, um bom vinho, as músicas de Pixies. Inspiram-me as crianças vivaças e doces, a sensação de um trabalho bem realizado. Inspiram-me os duches frescos em dias tórridos, os golos de Selecção, um cigarro em momentos de stress ou cansaço. Inspiram-me a sms inesperadas dos amigos e os seus abraços apertados, os bilhetinhos de amor, os pequenos-almoços na cama. Inspiram-me os livros do Paul Auster, as noites "agitadas", o saber que vou de férias. Inspira-me a Vida sempre que não me desilude.

segunda-feira, setembro 04, 2006

Eddie & Companhia


Estamos lá? hoje ou amanhã, ou as duas noites, tanto faz... seis anos depois vale a pena ouvir/ver de novo ;)

quinta-feira, agosto 24, 2006

The end of the world as we know it

Eu até compreendo que, neste novo milénio, já nada seja linear, já nada seja como antes... sim, porque nós, os trintinhas, também já vamos sentido um "antes" em nós. Um gajo já não é um gajo, pode ser uma gaja ou algo "in between" e vice versa. O próprio núcleo familiar é completamente atípico, pluriforme, difuso. Até o clima global sofreu alterações de monta, com vagas de calor, tempestades e derivados, tsnunamis, etc. Houve países que desapareceram para dar lugar a outros nos livros de História. E agora fazemos contas às vidas noutra divisa. Até aqui, eu ainda consigo assimilar. Mas a notícia desta manhã deixou-me perturbada... parece que Plutão vai deixar de ser considerado um planeta. Ora este detalhe, fruto de uma espécie de "regionalização" do espaço, inquieta-me. Será que um dia o sol vai deixar de ser uma estrela e a lua passa a ser uma coisa qualquer que brilha? será que a Terra corre o risco de passar a ser chamada de Mega-Calhau? E o que vou dizer aos meus filhos? "sabes, em tempos houve um planeta chamado Plutão, mas como ficava muito longe e ninguém chegava lá, cagámos para ele, simplesmente passámos a ignorar". Para mim esta decisão cheira-me a apartheid. É quase como esquecer que temos o dedo mindinho.

segunda-feira, agosto 21, 2006

Back to business

Pois é, de regresso à vida real, depois de ter sobrevivido ao mais ardente dos infernos e ao mais violento dos dilúvios, contrastes que, literalmente, se fazem notar na minha pele (buá!)
Mais uma vez sinto que corri Portugal de lés a lés em tempo record, que fiz muita coisa e no entanto quase nada num curto espaço de tempo. Estas foram as férias dos opostos, do sossego e da balbúrdia, do namoro e da vida em família, da cumplicidade e da distância. Foram também férias repletas de amizade, música, (cerve)jolas, dança, banhocas boas no mar e banhocas inevitáveis e de fazer perder a paciência e o ânimo na serra. Foram as férias dos belos petiscos, do inglês enferrujado, das galochas e da mini-saia. Apesar de incomparáveis com as férias do ano anterior (únicas em múltiplas sentidos), estes foram dias cheios. E isso é o que mais importa.

terça-feira, agosto 01, 2006

Faltam

Faltam 4 dias, 3 noites, 26 horas, 4 reuniões, 20 mails, 30 telefonemas, 12 fotocópias, 6 impressões, 7465 caracteres, 15 conversas no messenger, 12 cafés, 50 cigarros, 10 abraços, 13 idas ao wc, 132 degraus, 7 autocarros e 7 viagens de metro para eu ir de férias!!!!

quinta-feira, julho 27, 2006

Dedicado aos nossos homens que nos garantem que não estamos gordas

Não canto porque sonho.
Canto porque és real.
Canto o teu olhar maduro,
teu sorriso puro,
a tua graça animal.
Canto porque sou mulher.
Se não cantasse seria
mesmo bicho sadio
embriagado na alegria
da tua vinha sem vinho.
Canto porque o amor apetece.
Porque o feno amadurece
nos teus braços deslumbrados.
Porque o meu corpo estremece
ao vê-los nus e suados.

"Não Canto Porque Sonho", de Eugénio de Andrade (com adaptações)

quarta-feira, julho 26, 2006

Ja que estamos numa de poemas

Este estava no metro de nova iorque (sim, são burros mas têem poemas no metro) e nunca mais me esqueci dele, ate me saltaram as lágrimas. É do Thomas Hardy

A Broken Appointment

You did not come
And marching Time drew on, and wore me numb.
Yet less for loss of your dear presence there
Than that I thus found lacking in your make
That high compassion which can overbear
Reluctance for pure loving kindness' sake
Grieved I, when, as the hope-hour stroked its sum,
You did not come.

You love me not
And love alone can lend you loyalty;
I know and knew it. But, unto the store
Of human deeds divine in all but name,
Was it not worth a little hour or more
To add yet this: Once you, a woman, came
To soothe a time-torn man; even though it be
You love me not.

o PÃO nosso de cada dia nos dai hoje



hmmmm, não vos faz lembrar ninguém?!?!?
:)

terça-feira, julho 25, 2006

Porque o Mundo está ao contrário...

É urgente o amor.
É urgente um barco no mar.

É urgente destruir certas palavras,
ódio, solidão e crueldade,
alguns lamentos,
muitas espadas.
É urgente inventar alegria,
multiplicar os beijos, as searas,
é urgente descobrir rosas e rios
e manhãs claras.

Cai o silêncio nos ombros e a luz
impura, até doer.
É urgente o amor,
é urgente
permanecer.


Eugénio de Andrade

segunda-feira, julho 24, 2006

Samantha vai às compras

Samantha foi às compras... ou pelo menos tentou...

numa investida relâmpago à H&M, foi logo à entrada da loja que Samantha descobriu que a época de saldos havia chegado mais cedo do que é habitual. Toda lampeira, Samantha dirigiu-se, qual águia, para o sector de promoções. Sedenta de roupa nova, a ideia era simples: comprar umas blusinhas, pretas se possível, sem padrões ou letras estampadas. O que descobrisse para além disso seria um bónus. Se pensam que é fácil encontrar este clássico do nosso guarda-roupa, desenganem-se. Samantha viu peças baratas, sim senhor. Coisas a 5 euros e menos ainda... pudera, tratavam-se de verdadeiros monos!! parecia que tinham aberto os armazéns da época pré-perestroika!! Já meio cabisbaixa, dirige-se ao andar de roupa jovem, pensando "é sempre assim, porque é que eu venho aos saldos e acabo sempre por comprar roupa da nova colecção?!?".
Uma vez lá chegada, parecia que tinha penetrado na twilight zone: peças de fazenda em pleno verão, peças que demorou mais de meia hora para perceber como se vestem ("por favor alguém me explica se este buraco é para enfiar o braço, a cabeça ou a perna?!?! ah, é só "design"? certo).
Samantha ainda experimentou dois vestidos, ambos verdes para fazer a surpresa ao love sportinguista. Samantha perdeu quilos na sauna que são os vestiários. Uma verdadeira agonia, ainda que uma alternativa dos pobres para quem queira poupar no ginásio. Samantha acabou por não comprar nada de nada, nem a porra de um acessório. Samantha saiu da loja com olhos de cachorro triste. E quando chegou a casa, regressada das compras, só trazia dois ganchos novos comprados numa tabacaria... buuuuuuuááaaaaaaa!!!!

quarta-feira, julho 19, 2006

Sugestão Cultural I


Agora com o tempo quente apetece tudo menos estar em casa, decidi criar um guia de sugestões para os dias quentes de Verão. Este é o primeiro, e espero que a este se sigam muitos mais. Eu já fui ver e recomendo vivamente. E é de graça!

Una Duna Tena Catena, é o novo Espectáculo de Teatro de Rua, do Joana Grupo de Teatro, que está a ser apresentado de quinta a domingo ás 17h, no Jardim da Estrela em Lisboa.
Este espectáculo, inspirado em lengalengas da literatura oral Portuguesa, é dirigido a um público de todas as faixas etárias.
Estas actuações integram-se no Projecto de Animação de Jardins e Espaços Verdes da Cidade de Lisboa, que este grupo iniciou em 2004.


Sinopse
Una Duna Tena Catena - cigalha, migalha catrapis, catrapés.

Eles andam soltos pelo mundo, com a casa atrás, de lugar em lugar.
Bocados de vida. Momentos do dia a dia, vividos em coloridas cadeias de afectos.
As barbas de Maria Loisa, crescem e não crescem. Maria Guindim, por ora não casa não. Pipo salta e revirasalta. Arrepipo, homem artesão, procura nos bolsos, e não encontra tostão.